Quem se diz monoteísta, por definição deve acreditar que o “Deus dos outros” é o mesmo que o seu; pelo menos!
E quem busca compartilhar, aceitando diferenças e aproveitando a diversidade cultural para aprender mais, deve levar em conta os pontos de interseção, comuns a todos os sistemas, religiosos, filosóficos e sociais, baseados em respeito e que visam a uma convivência e interação pacífica e vantajosa para todos, expressos em uma lei magna, encontrada igualmente em todas estas vertentes, e que tratam da vida presente:
“Faz ao outro o que desejas que façam a ti mesmo.”
Isto posto, as diferenças entre os sistemas falam basicamente de antes da vida e de depois da morte, o que sempre se constituirá em mistério não alcançável pelo homem, à não ser pela fé, mas afinal: mil monges, mil religiões.
Vivamos em comunhão na diversidade!
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