O filme abaixo traz uma visão geral sobre os preceitos básicos da Doutrina Espírita e sua contribuição para o progresso e a felicidade do ser humano. Abrangendo desde as obras que compõe a Codificação do Espiritismo por Allan Kardec ao Movimento Espírita da atualidade. O presente filme é uma excelente introdução à Filosofia e à Ciência Espírita.
Vídeo extraído do DVD: “O ESPIRITISMO de Kardec aos dias de hoje”, lançado em comemoração ao Bicentenário de Nascimento de Allan Kardec (1804-2004), o Codificador do Espiritismo, iniciativa da Federação Espírita Brasileira (FEB), em parceria com a Versátil Home.
Compartilhe este vídeo com todos os seus amigos e conhecidos que tem curiosidade sobre o que é o espiritismo.
Poucos católicos sabem mas existem livros reconhecidos pela igreja Católica que foram psicografados por espíritos. E hoje vamos falar de um desses livros onde a pessoa descreveu para onde vão os católicos depois da morte. O livro se chama: O manuscrito do Purgatório e foi publicado pela editora Editora Cidade do Imaculado Coração de Maria. O livro foi psicografado em um convento localizado na Espanha por um freira. O livro foi recebido por esta freira através do espirito de outra feira falecida no próprio convento. O livro foi traduzido para o português pelo Padre Júlio Maria conhecido por sua atuação na revista Católica Ave Maria.
O livro foi publicado em São Paulo com todas as autorizações eclesiásticas, tendo vindo, também da Espanha, com essas autorizações da igreja.
O pequeno livro que recolhe os manuscritos da Irmã Maria da Cruz, contem ensinamentos interessantes sobre a vida do além sobre o ponto de vista da uma católica que está no além. Não existem dúvidas sobre a autencidade da obra.
Existe um Blog de um padre chamado Padre Leo onde você encontra um pequeno resumo do que a irmã encontrou no Purgatório. Clique aqui para ler o resumo Quem conhece a literatura espírita, quem já viu o filme Nosso Lar ou leu o livro Nosso Lar verá que o mundo espiritual é igual para todos. E que não importa qual religião você segue. A vida depois da morte existe e é exatamente igual para todas as pessoas. O que muda é a nomenclatura que cada pessoa da para cada coisa. Por exemplo, o que o católico chama de Purgatório o espírita chama e Umbral mas os locais são exatamente os mesmos. Outras religiões chamam o local por inferno ou outros nomes.
Como o livro é muito antigo ele pode ser baixado livremente em sua versão em português. Clique aqui para baixar.
Veja um vídeo com um jornalista falando sobre o assunto:
História real de um pai e de uma mãe que tiveram um filho anencéfalo e que encontraram respostas do porque este tipo de situação e o que significa isto no mundo espiritual.
O livro dos espíritos é uma obra gratuita, pode ser baixada e divulgada livremente. Devido a isto ele pode ser comprado por R$ 5,00 em qualquer livraria. Para fazer o download do livro clique aqui
O vídeo abaixo é uma representação do capítulo 41 do livro OS MENSAGEIROS escrito pelo espírito André Luiz com ajuda de Chico Xavier. Esta passagem nos mostra diversas informações interessantes sobre a vida e a morte. Podemos ver como é negativo maltratar os animais aos olhos do mundo espiritual. Você verá ainda porque é importante sempre que possível ter contato com a natureza. Porque é saudável para o você e seu espírito dormir cedo e acordar cedo. Divulgue este vídeo entre seus amigos.
Você vai conhecer hoje o médium da Igreja Católica Pedro Siqueira, 39 anos, é uma pessoa normal. Torcedor (roxo) do Fluminense, formado pela PUC do Rio, dá expediente todos os dias na Advocacia Geral da União e ministra aulas de Direitos Administrativo e Processual Civil. Casado com outra advogada, Natália, espera o primeiro filho, mora em Botafogo, gosta de viajar e pratica jiu-jítsu nas horas vagas. Ele tem contato com espíritos desde pequeno. Consegue, ver e ouvir seres elevados como Nossa Senhora e criaturas menos evoluídas em viagens que faz ao purgatório ou umbral durante o sono. Veja a sua entrevista:
Quando começaram as suas visões?
Minha mãe relata que a primeira vez que ela viu que havia algo de diferente foi quando eu, bebê, morri nos braços dela. Ela correu para chamar uma vizinha, me levou ao hospital e, de repente, eu ressuscitei. Lá em casa, as janelas batiam, a cama balançava, as coisas mexiam. Daí comecei a ter as visões, as audições e as coisas que falam dentro do meu peito. Às vezes, coisas muito ruins.
Esses fenômenos ainda continuam?
Teve um dia que começaram a aparecer tufos de cabelo pelo chão da casa; em outro, no banheiro social, as paredes apareceram cheias de fezes de morcego. Mas, no geral, não acontecem. De vez em quando, aparecem pessoas no Terço dizendo que estão possuídas, mas não estão.
Os médicos descartaram qualquer possibilidade de um caso clínico?
Tudo: neurologista, psicólogos, psiquiatras. Disseram que não havia nada clinicamente, que eu era uma pessoa normal, que não precisava de remédios. Era atleta, competia na natação. Minha mãe, então, pensou: ‘vou ter que colocar um cabresto nesse menino’ e me proibia de falar, para me proteger. Se meu filho também tiver o dom, eu agiria diferente.
Como era na escola?
Eu ficava na minha, porque tinha que me enturmar. Naquela época, o Santo Agostinho era só de meninos. Dentro da medida, eu tive uma vida normal, fora as visões. Saía, namorava, ia a matinês, mas sempre gostei mais dos esportes.
Você também vê mortos, mas a fé católica, de certa forma, proíbe a comunicação com eles.
No episódio da Transfiguração, Jesus se comunica com Moisés, e os apóstolos também o veem. Não existe nenhum dogma que proíba isso. O Padre Pio, que foi santificado pelo Papa João Paulo II, conversava com almas do Purgatório, por exemplo. Sou muito devoto dele.
Alguém na Igreja já lhe disse para parar?
Para parar não, mas, às vezes, vinha um padre pedindo que eu não desse as mensagens, que eu não falasse de cura, acho que por medo de algo que não está sob controle. Mas isso não está no controle de ninguém, nem do meu. Por uma política de boa vizinhança, eu não faço muita coisa que poderia fazer. Mas a Bíblia tem uma coisa muito interessante que é a questão de não chocar seu próximo.
Como reagem as pessoas do seu trabalho, na Advocacia Geral da União?
Eu trabalho na Procuradoria Regional. As pessoas no início ficaram chocadas, mas hoje se acostumaram, umas me pedem para rezar.
Suas visões o ajudam nos casos judiciais?
Não (risos). Nossa Senhora não me aparece, não se mete nisso. Acho que são assuntos muito mundanos para Ela. Com o tempo, eu aprendi a controlar o dom; no tribunal, por exemplo, não vejo nada.
Você tem medo de que as pessoas não acreditem em você?
Tem várias pessoas que não acreditam, várias. Até parentes meus, que acham uma bobagem. Eu realmente não ligo. Nada acontece por acaso; eu tenho uma missão a cumprir. Se Nossa Senhora escolheu essa missão para mim, eu faço por Ela, por amor a Ela. Se eu não fizesse, eu seria incompleto. Eu não posso me trancar e isolar do mundo como eu gostaria e ficar somente vendo e meditando.
E você considera isso um dom ou um fardo?
Todo dom é pesado, porque ele te exige muito. Tem épocas em que eu estou mais cansado, que eu não quero ir ao Terço, que sinto dores terríveis pelo corpo, pela coluna, pelas pernas, nas mãos. No começo, as reuniões eram semanais, agora são mensais, por causa do volume de
trabalho. Eu sei que algumas pessoas vão ao grupo me vendo como uma atração de circo. Isso já me incomodou, mas hoje entendo que é um gancho que Nossa Senhora usou para divulgar o Terço.
Por que você tem esse dom e não eu, só para dar um exemplo?
Também gostaria de saber, mas todo dom passa pela individualidade. Na verdade,eu sou um homem das cavernas. Sou um cara cheio de manias, sou travado, não sou moderno, gosto de futebol, de lutar, não gosto de publicidade nem de aparecer. Mas entendo que seja necessário para divulgar o livro, que me foi pedido por Nossa Senhora numa peregrinação a Fátima. Eu não sou padre, não doutrino ninguém, só quero rezar o Terço. A mensagem do livro é que as pessoas têm que recuperar sua fé, porque sempre tem um momento na vida em que dinheiro e beleza não resolvem nada.
É verdade que o telefone só toca de lá para cá, como disse Chico Xavier?
É verdade. Não adianta a pessoa me procurar e pedir para falar com alguém. As pessoas precisam aprender a rezar por elas, pelo próximo, pelo irmão, pelo mundo e a não precisarem de mim para rezar. Eu saio com muitos pedidos de oração, mas seria melhor que a própria pessoa fizesse isso.
Você se considera o Chico Xavier dos católicos?
Nunca. Ele era um homem santo, puro, puríssimo.
Você disse que vê também espíritos maus. Quer dizer que eles existem?
Vejo, sim, e claro que existem, assim como existem pessoas boas e más.
E quanto ao assassinato das crianças de Realengo, que chocou o País?
Ele não estava possuído; era uma pessoa doente que não foi tratada. Ao que me parece, pela leitura da carta e pelo histórico, ele estava em surto. Tenho visto no grupo várias pessoas com problemas psicóticos, esquizofrênicos, depressivos que não são tratadas e atribuem seus problemas a uma natureza espiritual. O assassino, sem dúvida, terá que cumprir uma pena, mas sua perturbação mental será levada em conta. Temos também que orar por ele, porque Deus ama todos os Seus filhos.
Como uma mãe de Realengo pode ter fé depois de uma tragédia como essa?
Uma tragédia como essa significa que Deus ruiu a casa dela inteira para que tudo recomece do zero, com Ele. Porque isso aqui é passagem, nós estamos em trânsito. No início pode haver revolta, mas é preciso ter fé, porque a verdade está do outro lado. Em maio, esse rapaz esteve no programa Mais Você, de Ana Maria Braga. Ana Maria perguntou se suas visões não atrapalhavam a Igreja Católica.
Ele disse que não, que muitos pediam que ele fosse rezar e que não dissesse que via espíritos; ele respondia que não, isso seria negar o dom que Deus lhe deu, e se é dom é justamente para se doar e ajudar as pessoas.
Vamos ver um depoimento de um dos 10 homens mais ricos do Brasil e um dos mais ricos do mundo sobre a importância das orações, da fé, da espiritualidade dentro das empresas. Ele conta o caso de uma pessoa que faz parte do seu grupo empresarial que antes de reuniões importantes reza um pai nosso.
Ele é dono da Companhia Brasileira de Distribuição, que inclui a rede de supermercados Pão de Açúcar, Extra, CompreBem, Sendas e Ponto Frio (Globex). Tornou-se também sócio majoritário das Casas Bahia. Por isto temos aqui um depoimento importante para quem está iniciando um negócio, para quem tem cargos de chefia ou trabalha em empresas.
Martins Peralva no livro Estudando a Mediunidade apresenta uma divisão didática dos diferentes tipos de casamento em 5 tipos distintos:
a) Afins: São aqueles formados por parceiros simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição da alma. Geralmente, eles sobrevivem à morte do corpo e mantém-se em encarnações diversas. Pouco comuns na Terra.
b) Transcendentais: São casamentos afins entre almas enobrecidas, que juntas, vão dedicar-se a obras de grande valor para a Humanidade.
c) Provacionais: São uniões entre almas mutuamente comprometidas, que estão juntas para pacificarem as consciências ante erros graves perpetrados no passado e simultaneamente desenvolverem os valores da paciência, da tolerância e da resignação. É o tipo de casamento mais comum existente no planeta Terra.
d) Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual.
e) Acidentais: São os casamentos que não foram programados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera.
A posição espírita ante o divórcio está plenamente estabelecida nas duas obras mais conhecidas de nossa literatura: [O Livro dos Espíritos] e [O Evangelho Segundo o Espiritismo].
No Livro dos Espíritos na questão 697, Kardec pergunta se a indissolubilidade do casamento pertence a Lei de Deus ou se é apenas uma lei humana. Os Espíritos responderam: “A indissolubilidade do casamento é uma lei humana muito contrária a lei natural.” Na questão 940 os espíritos falam sobre as uniões infelizes: “As vossas leis nesse particular são erradas, pois acreditais que Deus vos obriga a viver com aqueles que vos desagradam.”
Em [ESE-cap XXII] Kardec comenta: “O divórcio é uma lei humana cuja finalidade é separar legalmente o que já está separado de fato. Não é contrária a Lei Natural, pois só virá reformar o que os homens já fizeram.” A posição de Kardec deixa-nos serenos para afirmar que o Espiritismo não é contrário à instituição do divórcio, embora não venha a estimulá-lo, nem tampouco incitá-lo nos casais com problemas de relacionamento .
Quem viu o filme “Nosso Lar” ficou curioso com o sistema de transporte, um ônibus capaz de levitar pela cidade. Mas porque espíritos precisam de transporte?
Quando nascemos na Terra precisamos reaprender a andar e a falar. Não importa se você já teve muitas existências, tudo precisa ser reaprendido. O mesmo acontece quando perdemos o corpo físico e retornamos para o mundo espiritual. Precisamos reaprender muita coisa como volitar que é a capacidade de se transportar de um local para o outro utilizando apenas a força da sua mente ou o seu desejo.
Como Nosso Lar é repleto de pessoas em tratamento e que desencarnaram a pouco tempo é necessário o uso de transportes como o aérobus que é descrito no livro e mostrado no filme. Podemos ver no filme que espíritos superiores se transportam do Umbral para o Nosso Lar sem a necessidade de veículo. A mãe do André Luiz se despede e viaja para o plano superior onde vive sem a necessidade de transporte. Já pessoas no estágio em que se encontra André Luiz precisa de transporte.
Veja partes do livro Nosso Lar:
…quando surgiu grande carro, suspenso do solo a uma altura de cinco metros mais ou menos e repleto de passageiros. Ao descer até nós, à maneira de um elevador terrestre, examinei-o com atenção. Não era máquina conhecida na Terra. Constituída de material muito flexível, tinha enorme comprimento, parecendo ligada a fios invisíveis, em virtude do grande número de antenas na tolda. Mais tarde, confirmei minhas suposições, visitando as grandes oficinas do Serviço de Trânsito e Transporte…
…A velocidade era tanta que não permitia fixar os detalhes das construções escalonadas no extenso percurso. A distância não era pequena, porque só depois de quarenta minutos, incluindo ligeiras paradas de três em três quilômetros, me convidou Lísias a descer, sorridente e calmo…
Continuando as respostas sobre dúvidas que as pessoas estão nos enviando sobre o Filme NOSSO LAR. A dúvida que nos foi enviada agora é a seguinte.
… depois que morremos temos “chefes” quem manda vc vazer isso ou aquilo, para ter alguem que o salve de torturas tem que implorar a pessoas que morreram como nós agora estão do outro lado mandando em meninos que carregam corpos…
Quando morremos não temos “Chefes”. Você é livre, totalmente livre. O Nosso Lar é apenas uma das inúmeras colônias que existem do outro lado da vida. Essa colônia é formada por um grupo de espíritos que resolveram formar uma comunidade para ajudar pessoas desencarnadas que se encontram desorientadas em regiões do Umbral. Como toda organização social é necessário a existência de ordem, hierarquia, diciplina, regras para que tudo funcione de forma organizada, para que todos possam compactar com os mesmo objetivos do grupo. Por isto, para viver em Nosso Lar, para receber a ajuda e o auxílio que os habitantes de Nosso Lar tem a oferecer é necessário seguir as orientações do que você chamou de Chefes que na verdade são espíritos superiores, que nem precisavam estar fazendo este trabalho em esferas inferiores, mas que dedicam sua existência para ajudar o próximo, mesmo que do outro lado da vida.
No filme Nosso Lar você deve ter visto a história da menina que resolveu sair do Nosso Lar e retornar para o Umbral. Isto mostra apenas que todos são livres para ficar ou para sair. Ninguém está no Nosso Lar obrigado. No filme só é mostrado uma das regiões do Umbral que é o Vale dos Suicidas. Mas existem inúmeras colônias, cidades, agrupamentos de pessoas vivendo no Umbral. Muitas destas regiões são organizadas com grandes cidades semelhantes a toda grande cidade que existe na Terra. Como no plano espiritual as pessoas se agrupam por afinidade a maioria dos grupos que se formam no Umbral são de pessoas que tem simpatia mútua, que tem os mesmos gostos, os mesmos prazeres, os mesmos problemas. E estes agrupamentos ocorrem naturalmente, nada mais natural do que procurar pessoas parecidas com você para se juntar. E sempre que vivemos em uma comunidade é necessário a presença de uma liderança, ou dos chefes que você relata em sua dúvida. Estas cidades, vilas, colônias, tribos, sempre possuem seus líderes.
Você relata as imagens que mostram pessoas sendo torturadas no Umbral por outras. É fácil de compreender. Imagine escravo ou muitos escravos de uma fazenda que foram mortos sobre tortura e chicotadas em um tronco. Se estas pessoas não perdoarem como Jesus nos ensinou (perdoar nossos inimigos) elas vão alimentar um sentimento de ódio e principalmente de vingança. Quando o responsável por suas dores em vida acaba passando para o outro lado acaba sendo vítima de suas vítimas. Movido pela vingança o espírito destes escravos podem tentar proporcionar a mesma dor que sofreram na terra para o senhor do engenho que agora se encontra do outro lado.
Somente o perdão e o arrependimento pode destruir este circulo vicioso de violência. Quem sofre precisa perdoar quem o fez sofrer. E quem fez alguém sofrer precisa se arrepender. Sem perdão e sem arrependimento só existe mesmo o sofrimento e a dor, mesmo quando estamos do outro lado da vida.